23 de ago. de 2016

Crónicas de los Tiempos

Uma mensagem do futuro para a realidade de hoje: uma reflexão sobre um mundo sem água.



Crónicas de los Tiempos

Fonte: Revista biográfica "Crônicas de los Tiempos", de Abril de 2002.

"Estamos no ano de 2070, acabo de completar os 50, mas a minha aparência é de alguém de 85. 

Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água. Creio que me resta pouco tempo.

Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade. Recordo quando tinha cinco anos. Tudo era muito diferente. Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonit os jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro com cerca de uma hora.

Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele. Antes todas as mulheres mostravam a sua formosa cabeleira. Agora devemos raspar a cabeça para a manter limpa sem água. Antes o meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira. Hoje os meninos não acreditam que a água se utilizava dessa forma.

Recordo que havia muitos anúncios que diziam CUIDA DA água, só que ninguém lhes ligava; pensávamos que a água jamais terminaria.
Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados. Antes a quantidade de água indicada como ideal para beber era oito copos por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo.



A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo; tivemos que voltar a usar os poços sépticos (fossas) como no século passado, porque as redes de esgotos não se usam por falta de água.

A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a capa de ozônio que os filtrava na atmosfera. Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados.

As infecções gastrintestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.

A industria está paralisada e o desemprego é dramático.

As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam-te com água potável em vez de salário.


Os assaltos por um bidão de água são comuns nas ruas desertas.

A comida é 80% sintética.

Pela ressiquidade da pele, uma jovem de 20 anos está como se tivesse 40.

Os cientistas investigam, mas não há solução possível.
Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta de árvores, o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.
Alterou-se a morfologia dos espermatozoides de muitos indivíduos, como consequência há muitos meninos com insuficiências, mutações e deformações.

O governo até nos cobra pelo ar que respiramos: 137 m3 por dia por habitante e adulto.
A gente que não pode pagar é retirada das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar; não são de boa qualidade, mas pode-se respirar; a idade média é de 35 anos.

Em alguns países, ficaram manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exército,a água tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes.
Aqui, em troca, não há árvores porque quase nunca chove, e quando chega a registrar-se precipitação, é de chuva ácida; as estações do ano têm sido severamente transformadas pelas provas atômicas e da indústria contaminante do século XX.
Advertia-se que havia que cuidar do meio ambiente e ninguém fez caso.

Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem descrevo o bonito que eram os bosques, lhe falo da chuva, das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse, o saudável que era a gente.

Ela pergunta-me: Papá! Porque se acabou a água? Então, sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado, porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente ou simplesmente não tomamos em conta tantos avisos.
Agora os nossos filhos pagam um preço alto e, sinceramente, creio que a vida na Terra já não será possível dentro de muito pouco, porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.

Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto quando ainda podíamos fazer algo para salvar o nosso planeta Terra!"



24 de jul. de 2016

Jogar Fora... Ops, fora aonde?

O que jogamos de lixo na verdade, fica "aqui" mesmo! Já pensou nisso?
Jogar fora o lixo não significa que ele evapore se transformando em ar puro. Por isso a reciclagem e a valorização de produtos biodegradáveis é cada vez mais de extrema importância, e entre outras iniciativas em prol do planeta.


Veja 17 fotos Assustadoras que Revelam a Degradação do Planeta: clique aqui.

19 de jul. de 2016

Tubarões em vulcão

Pelo menos como podemos conferir com um vídeo pelo National Geographic, pesquisadores foram filmar vulcão submerso e encontraram tubarões!

Vídeo e reportagem aqui.

18 de jul. de 2016

Puxa vida...


Síndrome da Coluna Curta em cães

Descobri hoje uma doença estranha em cães, no Olhar Animal. 
Bem, não saberia dizer se é só em cães, né? Mas podemos explicar que a causa da Síndrome da Coluna Curta em cães é ocasionada pela procriação fundo de quintal que certos proprietários fazem para lucrar. Principalmente pelo uso de cruzamentos consanguíneos.


Veja mais sobre esta doença e casos aqui.

Até onde o 'gostar de animais"

Até onde o "gostar de animais"?
Vou explicar: quantas pessoas por aí dizem q gostam de animais? Que acham admirável as jubartes, que adoram gatinhos fofos no facebook, que tem um adorável e brincalhão cachorrinho em casa, que amam o canto dos pássaros, e etc e tal. Bom, você vai me responder que são muitas essas pessoas que dizem que gostam dos animais, provavelmente você também.

Mas até onde vai esse "gostar de animais"? Será que é mesmo admiração e respeito por eles?

Aquelas pessoas que ficam tirando selfie com tartarugas, com filhote de golfinho, e levar o animal ao óbito só porque queria tirar foto com ele é, se não a coisa mais hipócrita do mundo, é uma das mais.

Não é só isso! Todo mundo (ou quase todo mundo), quando pensa em férias ou um passeio agradável, podemos citar uma das opções desejáveis? Praia, parque com árvores, montanhas, ar puro. Na verdade, muitas das opções que incluiríamos na nossa lista de afazeres e de lugares para se sentir bem, poderíamos considerar a natureza. Mas aonde vai nossa admiração por ela? Do que adianta aquela pessoa que diz que ama a natureza se não ajuda na reciclagem de lixo, ou nem ao menos plantar uma bendita de uma árvore?

Se você perceber que está passando por isso, não seja só mais um nessa multidão, faça a diferença. Respeite os animais, ajude a natureza. Pense nisso!

Hoje encontrei um artigo no Olhar Animal, e lembre-se, isso não é um caso isolado. Pelo mundo afora vemos como a hipocrisia é doentia. Aquelas pessoas que tiram selfies com aqueles animais: será que elas gostavam mesmo deles? Ou só queriam se aparecer nas redes sociais?


LANÇADA PETIÇÃO ONLINE PARA SALVAR DAS SELFIES O URSO “MAIS TRISTE DO MUNDO”


28 de jun. de 2016

O incrível "mundo real"

Eu não sei vocês, mas eu não consigo assistir filmes, nem seriados, sem ficar pensando nas partes técnicas. Na maquiagem, nas roupas, no enredo, nas expressões dos atores... e acabo me perdendo na história! Simplesmente não consigo me entrosar tanto com ficção, talvez não como na maioria das pessoas.

Por quê? Bom, eu imagino que seja porque acho a realidade mais interessante que a ficção. Sim, há coisas bizarras e extraordinárias acontecendo por aí, e não vemos, pois estamos muito ocupados assistindo Walking Dead, entre outras ficções interessantes.

Mas o legal da realidade é que, obviamente, acontece de verdade. Claro, sem criaturas mitológicas do jeito que imaginamos. Mas, pensando bem, são bizarras e extraordinárias que talvez nem a imaginação humana poderia criar.

Neste post, vou dar um pequenino exemplo disso. Imagine uma lesma de 3~4cm. Agora imagine ela sendo marinha. Normalmente, lesmas-do-mar são moluscos bem coloridos e atraentes. E imagine ela tendo coloração azul e branca. Duvido que devam ter mentalizado isso:


Bom, eu também não teria mentalizado este animal.

Também conhecido como Dragão Azul, esta lesma-do-mar denominada Glaucus atlanticus, é uma prova de que tamanho não é documento. Costuma predar alguns animais maiores (e venenosos) como a caravela e, obviamente, são imunes à defesa da mesma (ou seja, imunes ao veneno da caravela). Essa lesma-do-mar é venenosa não por produzir veneno, mas por armazenar o veneno de suas presas em seus "dedos".

Este animal tem distribuição cosmopolita, mas principalmente em regiões de águas temperadas e tropicais.


São animais pelágicos, ou seja, vivem na coluna d'água.

São aparentados com essa outra espécie de lesma do mar, a Glaucilla marginata:


A foto abaixo com as duas espécies G. atlanticus e G. marginata, respectivamente:



Fonte de pesquisa: Wikipedia
Fotos: Google

1 de fev. de 2015

Carta do Cacique

Esta é uma carta que foi feita em 1855 para o presidente Franklin Pierce, dos EUA, pelo cacique da tribo Duwamich depois que o governo mostrou interesse em adquirir as terras deles. Os índios sempre tiveram noção de ecologia, bem antes do homem branco conquistar as terras. A natureza é incrível; uma pena só darmos valor depois que sua preservação agora é necessária e urgente.

O Grande Chefe de Washington mandou dizer que deseja comprar nossa terra. O Grande Chefe assegurou-nos também de sua amizade e sua benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não ne­cessita da nossa amizade. Porém, vamos pensar em tua oferta, pois sa­bemos que se não o fizermos o ho­mem branco virá com armas e tomará nossa terra. O Grande Chefe em Washington pode confiar no que o chefe Seatle diz, com a mesma certeza com que os nossos irmãos brancos podem confiar na alteração das estações do ano. Minha palavra é como as estre­las. Elas não impalidecem. 

Como podes comprar ou vender o céu - o calor da terra? Tal idéia nos é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do res­plendor da água. Como podes comprá-los de nós? Decidi­mos apenas sobre o nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada uma fo­lha reluzente, todas as praias arenosas, cada véu de neblina nas flo­restas escuras, cada clareira e to­dos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na cons­ciência do meu povo.

Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de vi­ver. Para ele um torrão de terra é igual a outro. Porque ele é um es­tranho que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, mas sim sua inimiga, e de­pois de exauri-la, ele vai embora. Deixa para trás o túmulo do seu pai, sem remorsos de cons­ciência. Rouba a terra dos seus filhos. Nada respeita. Esquece as se­pulturas dos antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância empo­brecerá a terra e vai deixar atrás de si os desertos. A vista de tuas cidades é um tormento para os olhos do homem vermelho. Mas talvez isto seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende.

Não se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem um lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o tinir das asas dos insetos. Talvez por ser um selvagem que nada en­tende, o barulho das cidades é para mim uma afronta contra os ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo à noite? Um índio pre­fere o suave sussurro do vento sobre o espelho da água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com aroma de pi­nho. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todos os seres vi­vos respiram o mesmo ar - animais, árvores, homens. Não parece que o ho­mem branco se importe com o ar que respira. Como um mori­bundo, ele é insensível ao mau cheiro.

Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição. O ho­mem branco deve tratar os animais como se fossem irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser certo de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abandonados pelo homem branco, que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso do que um bisão que nós, índios, matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode afetar os homens. Tudo está relacionado entre si. Tudo quanto fere a terra fere também os filhos da terra.

Os nossos filhos viram seus pais humilhados na derrota. Os nos­sos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio, e envenenam o corpo com ali­mentos doces e be­bidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias - eles não são muitos. Mas algumas horas, até mesmo uns invernos, e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nesta terra ou que tem vagueado em pequenos bandos nos bosques, sobrará para chorar sobre os túmulos. Um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de con­fiança como o nosso.

De uma coisa sabemos que o homem branco talvez venha um dia a descobrir: o nosso Deus é o mesmo Deus. Julgas, talvez, que O podes possuir da mesma maneira como desejas possuir a nossa terra. Mas não podes. Ele é Deus da humanidade inteira. E quer o bem igualmente ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. E causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo seu Criador. O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças.

Continua poluindo a tua própria cama e hás de morrer uma noite, sufocado nos teus próprios dejetos! Depois de aba­tido o último bisão e domados todos os cavalos silvestres, quando as matas misteriosas fede­rem à gente - onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinhas da torre, à caça do fim da vida e o começo da luta para sobreviver...

Talvez compreenderíamos se conhecêssemos com que sonha o homem branco, se soubéssemos quais esperanças transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais visões do fu­turo oferece às suas men­tes para que possam formar os desejos para o dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do ho­mem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos, temos de escolher o nosso próprio caminho. Se consen­tirmos, é para ga­rantir as reservas que nos prometeste. Lá talvez pos­samos viver os nossos últimos dias conforme desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vender­mos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueças como era a terra quando dela tomaste posse. E com toda a tua força, o teu poder, e todo o teu coração con­serva-a para teus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum.

30 de jan. de 2015


Aranha fazendo "aranhice" na sala de casa. Prendeu uma vítima, e acho que está guardando o lanche para mais tarde.

Ela é bem suspeita quanto a seu gênero, seria uma Loxosceles? A temida aranha-marrom que tem uma picada que faz estragos na pele de pessoas distraídas?

Sei lá.

De qualquer forma, eu adoro aranhas. Não gostaria de levar picada de uma, mas quando geralmente alguém quer matar uma, eu costumo implicar, pois elas estão só fazendo aranhices por aí e estão pouco se ferrando para as pessoas. Querem é caçar insetos por aí e ficar de boa. E não é só isso, fazem um equilíbrio ecológico na sua casa.
Não, não tô dizendo para colecionar aranhas no seu lar, mas para entender uma coisa muito mais complexa: o fato de que a gente expande territórios e neles já tinham animais, como insetos e aracnídeos e etc morando lá. E estarão sempre por aí no nosso território e em nossas casas fazendo o que sempre faziam.

Toda vez que encontrar um pernilongo, lembre das aranhas que já matou. Não adianta torrar rios de dinheiro comprando SBP e com dedetizadores, porque quem faz o controle real da população dos bichos são eles mesmos.

Então, eu adoro as aranhinhas. Só não mexer com elas, que elas comem aquele inseto que tomou seu toddynho e comeu o seu chocolate, e tudo fica bem.

11 de jan. de 2015

Sobre novo acordo ortográfico

http://www.msn.com/pt-br/noticias/educacao/%C3%BAltima-chance-para-aprender-o-novo-acordo-ortogr%C3%A1fico/ss-BBhyg3C?ocid=mailsignoutmd

Sei que é um assunto que praticamente não é muito a ver com biologia mas, ao mesmo tempo, é de bastante "peso", pois profissional  hoje em dia tem q saber pelo menos seu idioma nativo, não é mesmo? Português não é um idioma muito generoso, tem umas frescuragens e temos de pelo menos nos manter atentos não só com gramática e tal... mas também com a bendita da ortografia.... então eu resolvi compartilhar este link, estude com carinho pois com certeza lhe será bastante útil lembrar dessas regrinhas.

27 de nov. de 2014

[VERTEBRADOS] Aves

[Material do caderno + slides + google. Estou na pressa fazendo os resumos, pois está tudo corrido e não pude implementar mais detalhes e às vezes nem muitas imagens. Mas aqui vai um resumo sobre aves, que foi a última aula.]





  • GRUPO ARCOSSAURIA

- São as aves e répteis (como os crocodilos)
- ovo com casca
- cuidado da prole (com algumas exceções)
- Coração com 4 cavidades, em um ponto de vista fisiológico

As aves e os crocodilos possuem ancestrais em comum; elas não vieram a partir deles.


Arcossauria além de crânio diapsido e padrão de corpo mais característico (tetrapodes), ainda possuem, como diz meu professor, "jeitão de dinossauro".
Órbita do olho mais ovalada
Achatamento mais lateral



AVES


A classe das aves tem cerca de 9000 espécies em 2 superordens.
Data-se da origem das aves na era Mesozóica, no período Jurássico.


  • SUPERORDEM PALAEGNATHAE

- São as ratitas (aves que não voam, como avestruz e ema)
- Palato primitivo
- 55 spp em 5 ordens de distribuição restrita


  • SUPERORDEM NEOGNATHAE

- 23 ordens
- ampla distribuição
- diferentes adaptações
- algumas terrícolas, mas que podem voar (possuem pernas compridas, redução da cauda, exemplo: quero-quero e seriema)

ORDEM Passeriforme
5400 spp
Pantropical
Aves canoras (que emitem sons, e até mesmo notas musicais em sequência, seja por território ou acasalamento, p. exemplo)
Passeriforme são aqueles passarinhos como pardal, bem-te-vi, etc.



  • ESPECIALIZAÇÕES PARA VÔO

Adaptações na estrutura básica e fisiológica
Limite de tamanho das aves
Precisa ser leve
Penas e asas - muito importantes
Ossos pneumáticos (são ocos); esqueleto aerodinâmico
Sacos aéreos

PENAS são muito importantes para o voo pois aumenta a asa em dimensão. Composição: varia de tamanho, p. exemplo, pelo corpo da ave.
Função das penas: vôo, isolamento térmico, flutuação (aves aquáticas), camuflagem e exibição (machos).
As penas apreendem camada de ar, fornecendo isolamento contra a perda de calor.



As aves são desprovidas de glândulas na pele, com exceção da glândula uropigiana em muitas espécies, que é responsável em produzir secreção que impermeabiliza as penas.

Desprovidas de bexiga urinária, as aves excretam ácido úrico juntamente com as fezes.

Diferentemente dos répteis, as aves são HOMEOTÉRMICAS, ou seja, controlam a temperatura corporal, sendo assim capazes de se adaptar a ambientes mais variados.




















































[VERTEBRADOS] Répteis

[Material do caderno + slides + google]


RÉPTEIS


RÉPTEIS ATUAIS:

  • CHELONIA OU TESTUDINES: Tartarugas
  • LEPIDOSAURIA: Lagartos e serpentes
  • ARCHOSAURIA: Crocodilianos





TESTUDINES 
(Antigamente conhecido como CHELONIA)



Não possuem dentes, e sim um bico córneo
Carnívoros ou herbívoros
Costelas fundidas ao casco

CARAPAÇA = porção dorsal
PLASTRÃO = porção ventral


Escudos córneos = externos, epidérmicos
Placas ósseas = internas, dérmicas

Nas tartarugas aquáticas, o casco é mais achatado. O jabuti tem casco mais alto.
Apêndices locomotores (membros) também identifica-se o habitat do animal. Nas tartarugas marinhas, os membros funcionam como remos. e nas tartarugas de água doce os pés tem membranas.
Já o jabuti, tem garras e patas mais troncudas e fortes.


  • REPRODUÇÃO

Ovíparos
Não tem cuidado parental
Vida longa (14+)
Maturidade após 7~8 anos
Fecundação interna, mas desenvolvimento embrionário externo


  • COMPORTAMENTO SOCIAL E CORTE

Sinais táteis: contato
Visual: listras coloridas
Olfativo: cheiro, feromônio
Vocalização


  • COMPORTAMENTO DE NIDIFICAÇÃO

Ninho
4-5 ovos ou mais de 100, dependendo da espécie
Terrestres = ovo de casca dura
Aquáticas = ovo de casca mole

Temperatura do ninho determina o sexo dos filhotes (nos répteis, de forma geral).
- Inativa ou ativa enzima que regulam cromossomos sexuais
- Varia de espécie para espécie
- Temperatura alta = fêmeas, Temperatura baixa = machos. Mas só nas tartarugas... pois com os crocodilianos e lagartos é o contrário.



A umidade também afeta o desenvolvimento embrionário. Maior umidade ocasiona filhotes maiores, mais chance de fuga de predadores.



  • NAVEGAÇÃO E MIGRAÇÃO (tartarugas marinhas)

Orientam-se à noite, pela luz da lua para o mar (os filhotes)
- Áreas de nidificação
- Áreas de alimentação
- Deposição de estrelas e odor de praia, direção da onda e magnetismo










LEPIDOSAURIA



Sphenodontidae
- 2 espécies (Tuatara - Nova Zelândia)
Squamata
- 4800 espécies de lagartos
- 2900 espécies de cobras


SQUAMATA > LACERTILIA




São os lagartos.
Maioria tem patas, outros são ápodas.
Com membrana timpânica e pálpebras
Grande variação de tamanho e habitat
80% dão insetívoros


  • COMPORTAMENTO SOCIAL

Território
Parceiro
Sinais visuais, auditivos, químicos e táteis
Exibições de Anolis = comportamento de afirmação-desafio, postura agressiva ou corte.


AUTOTOMIA Caudal é o nome do processo de defesa que lagartos usam, soltando a cauda para fugir de predadores.





SERPENTES


Serpentes são animais sem patas, com membrana timpânica e pálpebras. Possuem grande variação de tamanho e hábitos.



  • HÁBITOS

Escavadoras: cabeça pequena e arredondada, cauda curta, olhos pequenos e escamas ventrais não diferenciadas.
Marinhas: cauda achatada lateralmente e válvulas nas narinas
Constritoras: Vagarosas, robustas, olfato aguçado
Arborícolas: Alongadas, ágeis, visão aguçada



  • ESPECIALIZAÇÕES ALIMENTARES

Cinetismo: Amplos movimentos das maxilas (para engolir animais maiores que sua cabeça)
Crânio flexível: Oito ligações móveis
Táticas de imobilização: constrição ou com peçonha
Dentição: Áglifa (sem presas inoculadoras, exemplo das sucuris e jibóias), Opistóglifa (presas inoculadoras posteriores, exemplo falsa-coral), Solenóglifa (presas anteriores, móveis e ocas, exemplo da jararaca e cascavel), Proteróglifa (presas anteriores, fixas e sulcadas, exemplo naja e coral).

As especializações locomotoras refletem diferenças nos modos de predação e no substrato.

Família Viperidae tem fosseta loreal (cascavéis e jararacas)



  • ACIDENTES OFÍDICOS

Mais comuns com trabalhadores rurais, do sexo masculino, de 15 a 49 anos, e em membros inferiores.
As cobras atacam pessoas por pura defesa, por não percebê-las perto.
Não se tem características fixas quanto à identificação de cobras peçonhentas, até porque nem todas as venenosas por exemplo tem fosseta loreal.
Identifica-se então as serpentes no Brasil identificando algumas características das espécies. Jararacas tem escamas carenadas e pupila vertical. Jiboias também tem pupilas verticais. Família Elapidae são as corais, com padrão então "coralino", porém algumas corais da amazônia não possuem essa característica.

Família Viperidae








CROCODYLIA



Semi-aquáticos
Cauda achatada lateralmente (para natação);
Os olhos, as narinas e membrana timpânica em elevação no topo da cabeça
Cuidado parental extenso

Mãe crocodilo com filhotes na boca: recurso de proteção contra possíveis predadores, inclusive adultos de mesma espécie podem ameaçar sua prole.




  • HÁBITOS

Carnívoro oportunista; predador de tocaia


  • DIVERSIDADE

Há cerca de 23 espécies atuais, espalhadas principalmente em regiões tropicais e subtopicais




  • Identifica-se pelo formato da cabeça:

- Aligatores (China e Am. do Norte) e jacarés (México à Am. do Sul) - Focinho largo, dieta variada
- Crocodilos (ampla distribuição) - focinho variado
- Gavial (Norte da China) - focinho estreito, piscívoro (alimenta-se de peixes)



JACARÉS x CROCODILOS

 (b)
(a)

(a) = Jacarés: são menores, focinho largo e arredondado, pertence à família Alligatoridae.
(b) = Crocodilos: cabeça mais afilada, com boca fechada seu quarto dente do maxilar superior pode ser visto; pertencem  à família Crocodilidae, não existe crocodilos em território brasileiro.























[VERTEBRADOS] Répteis e a Evolução dos Tetrápodas

[Material do caderno + slides + google]




RÉPTEIS
E Evolução dos Tetrapodas







Os répteis tem já uma eficiência na ocupação do ambiente terrestre. Eles não dependem da água na reprodução e habitat, exceto tartarugas, jacarés, etc.

Os tetrápodas tiveram duas irradiações de grande importância:

  • Anthracosauria (grupo-irmão dos tetrapodes amniotas)
  • Temnospondyli (maior grupo de tetrapodes não-amniotas do paleozóico)
Não amniotas = não possuem âmnio = peixes e anfíbios


A partir dos répteis, já não se há fecundação externa.

Como os répteis resolveram, o problema de perda de água ao migrar ao ambiente terrestre?

  1. REVESTIMENTO DO CORPO (pele grossa): impermeabilizar
  2. DESENVOLVIMENTO DE RESPIRAÇÃO PULMONAR (sem brânquias)
  3. EXCREÇÃO (não dá para excretar amônia - ela é tóxica, precisa ser eliminada pela água -, então anfíbios adultos já começam a excretar uréia ou ácido úrico)


Tabela quanto à toxicidade e a necessidade na eliminação dos compostos. Peixes eliminam mais amônia, porque eles tem água de sobra para fazer essa eliminação. A amônia não pode ficar retida no organismo por muito tempo, então os peixes as excretam toda hora. Já os animais que vão ficar em ambiente terrestre, tem que excretar uréia ou ácido úrico, para evitar perda de água. E bem que esses dois compostos não são tão tóxicos como a amônia, é possível o organismo guardar mais água no ambiente terrestre. Ácido úrico é menos solúvel em água, por isso que a excreção de aves, por exemplo, é mais pastosa.


O que ocorreu a partir dos anfíbios para a eficiência em ocupar ambientes terrestres?

  1. LOCOMOÇÃO (deslocamento; fator muito importante para a ocupação): Reforçar tendões, cintura pélvica, etc.
  2. FECUNDAÇÃO INTERNA: Ovo com casca e anexos embrionários (âmnio, córion, alantoide) surgiram nos répteis. O vitelo é um anexo embrionário já existente em peixes e anfíbios.



ORIGEM E IRRADIAÇÃO DOS AMNIOTAS

Amniotas = possuem âmnio como anexo embrionário, como répteis, aves e mamíferos

TRAÇOS CRANIANOS EM TRÊS GRUPOS
- Répteis, aves e mamíferos
- Abertura temporal (número de orifícios no crânio)
- Tetrapodas, reptilomorfa, amniota


As fenestrações temporais indicam as ligações evolutivas entre os grupos (p. exemplo: a tartaruga é mais primitiva)





DIAPSIDA:
- Lepidossauria (cobras e lagartos); Lingua bifurcada, pênis bifurcado, muda de pele inteira
- Archosauria (crocodilianos e aves); Muda de pele em fragmentos


A evolução no crânio dos vertebrados possibilitou melhorias nos músculos mandibulares, sendo uma resposta a pressões seletivas associadas com a especialização à dieta insetívora. Essas fossas temporais atuaram sobre os músculos mandibulares fornecendo mais espaço para seu posicionamento e para o alimento, e permitindo alterações na complexidade e orientação.

Os primeiros répteis eram insetívoros.



EVOLUÇÃO DO CRÂNIO DOS VERTEBRADOS

Peixes e tetrápodas amniotas (anfíbios)
- Musculatura simples
- Mordida inercial
Tetrapodas amniotas
- Músculos na posição vertical
- Músculos diferenciados
- Forte pressão da mandíbula


EVOLUÇÃO DOS TETRÁPODAS AMNIOTAS TERRESTRES

  1. Diversificação da vegetação no Carbonífero: surgindo nichos ecológicos (habitat + hábitos da espécie) 
  2. Evolução dos insetos (importante recurso alimentar)
  3. Evolução do mecanismo mandibular à insetívora
  4. Evolução de eficiente locomoção terrestre






MODIFICAÇÃO DOS OVOS


Houve uma modificação na estrutura dos ovos. Se tornaram maiores, melhor equipados (mais anexos), e mais protegidos.


  • OVO AMNIÓTICO (lagartos e tartarugas): Casca coriácea, flexível; ovo permeável à água. 
  • OVO CLEIDÓCO (alguns lagartos, aves e tartarugas): Casca calcárea, rígida; ovo impermeável.


< Ovo Aminiótico

Observar: ANEXOS EMBRIÓNÁRIOS

Composição do ovo amniótico: Embrião, casca, córion, alantoide, vitelo e âmnio.


  • CASCA: proteção mecânica, tem poros 
  • ALBUMINA: proteção, reserva de água e proteínas
  • VITELO: suprimento de energia
  • CÓRION E ÂMNIO: proteção
  • ALANTÓIDE: armazenamento de excretas; órgão respiratório




MUDANÇAS PARA MELHORIA 
NA OCUPAÇÃO DO AMBIENTE TERRESTRE


  • LOCOMOÇÃO
  • RETENÇÃO DE ÁGUA
  • RESPIRAÇÃO
  • ALIMENTAÇÃO 
  • REPRODUÇÃO




  • LOCOMOÇÃO

Esqueletos e membros:
- Coluna vertebral diferenciada em cinco regiões (mais maleabilidade e movimento)
- Costelas longas (ventilação dos pulmões - pulmões muito desenvolvidos)
- Patas com garras (apoiar no solo); mas alguns sem patas (ex. cobras) com movimentos serpentiformes.
- No caso das tartarugas, os cágados tem membranas interdigitais. Parte superior é a carapaça onde as costelas estão fundidas e a parte inferior do corpo é o plastrão.



  • RETENÇÃO DA ÁGUA

Evitar desidratação.
Em comparação aos anfíbios, os amniotas apresentam queratina no tegumento, impermeabilizando a pele.

Os amniotas, por meio de escamas, pêlos ou penas, eles se adaptaram a ambientes mais secos. Os anfíbios fazem respiração cutânea, então a pele não é preparada para ambientes mais secos.

A excreção é um meio de economizar água e evitar menos compostos tóxicos no corpo e os animais terrestres se adaptaram a excretar ureia e ácido úrico, que são menos tóxicos e economizam água.

Todo animal vertebrado produz amônia, ácido úrico e uréia. O fígado é responsável em transformar amônia em ácido úrico, etc.

ANAPSIDAS excretam ácido úrico e uréia
DIAPSIDAS excretam ácido úrico
SYNAPSIDAS excretam uréia





  • RESPIRAÇÃO

Amniotas = só pulmonar

Amniotas tem os pulmões bem desenvolvidos, expandidos através de movimentos.

Todo órgão respiratório precisa ser úmido (facilita trocas gasosas) vascularizado (transporte de gases) e fino (oxigênio e gás carbônico entram e saem por difusão).

Ventilação por movimentos das costelas
- Lepidossauria e tartarugas
Ventilação por movimentos de órgãos internos
- Crocodilianos
- Hiperventilam na locomoção





  • CIRCULAÇÃO


O coração dos répteis tem 3 cavidades: 2 átrios e 1 ventrículo
Mas no caso dos crocodilianos, eles possuem 4 cavidades - sangue arterial e venoso se misturam fora do coração.

Crocodilianos, aves e mamíferos possuem pequena (coração+pulmão) e grande (coração+tecidos) circulação.

Tartarugas marinhas tem respiração cloacal (cloaca é muito vascularizada).

Circulação de tartarugas e Lepidossauria:
- Circuito sistêmico (alta pressão sanguínea)
- Circuito pulmonar (baixa pressão sanguínea)




  • ALIMENTAÇÃO

A maioria dos répteis são carnívoros, sendo que alguns lagartos e os jabutis são herbívoros.
Maioria repõe dentes quando perdidos.
Tartarugas tem bico córneo.




  • REPRODUÇÃO

Fecundação interna
Hemipênis
Maioria ovípara
Ovo amniótico

Ovos grandes, bem equipados e enterrados confere mais sobrevivência.





CARACTERÍSTICAS DOS RÉPTEIS



  • ÓRGÃOS DOS SENTIDOS

- VISÃO: Pálpebras móveis + membrana nictitante (exceto serpentes e lagartos fossoriais)
- AUDIÇÃO: Membrana timpânica + estribo
- TERMORREGULAÇÃO: fosseta loreal (serpentes Crotalinae)
- QUIMIORRECEPÇÃO: Língua bífida + órgão vômero-nasal (órgão de Jacobson)



  • METABOLISMO

ECTOTÉRMICOS = Não regulam a temperatura corporal, então precisam de fonte de energia externa (solar).

MECANISMOS PARA REGULAÇÃO DA TEMPERATURA
- Comportamentais: postura, abrigos; 90% do controle térmico dos répteis é comportamental
- Anatômicos: grande massa corporal
- Fisiológicos: circulação, coloração, respiração

É importante a termorregulação para funcionar o metabolismo, quanto maior a temperatura (cerca de 30-35ºC) o animal pode fazer mais atividades, como digestão e rastejamento.






















































[VERTEBRADOS] Anfíbios e a Adaptação ao Meio Terrestre - Parte 2

[Material do caderno + slides + google]



ANFÍBIOS




A adaptação dos anfíbios ao meio terrestre acarretou em diversas mudanças morfológicas e fisiológicas. Para ocupar o ambiente terrestre, precisam de estruturas mais rígidas, mais fortes e claro, respiração pulmonar. Necessita de sustentação para viver fora da água.


Um dos desafios para ocupar o ambiente terrestre é resolver sobre a desidratação. Na água, os animais aquáticos vivem perfeitamente adaptações e totalmente dependentes dela, porém o que acontece com animais terrestres, que agora estão num ambiente diferente do aquático? Eles precisam se adaptar! Os anfíbios precisam ainda da água, até para a reprodução. 
As larvas dos anfíbios excretam amônia (que nem os peixes) e os adultos excretam uréia.

Embora a grande maioria dos anfíbios na fase adulta já não necessite tanto viver na água, eles adotam muco no tegumento que deixa a pele mais úmida e o corpo escorregadio. O muco pode ser tóxico.

Respiração dos anfíbios é a mais diversificada. Eles possuem respiração pulmonar, cutânea e branquial. A pele auxilia na entrada de oxigênio e resfriamento por evaporação. Há o bombeamento bucal para forçar o ar para os pulmões (redução das costelas).

Na circulação dos anfíbios, o coração possui três cavidades: dois átrios e um ventrículo. Há mistura de sangue arterial com venoso.

A reprodução dos anfíbios é caracterizada pelo desenvolvimento indireto (ou seja, tem fase larval). Eles são ovíparos (bota ovo), as larvas são aquáticas. Há muitas estratégias reprodutivas (cortejo, etc). As salamandras podem ter espermatóforo. Podem fazer ninho ("espuminhas"). 
Os anuros tem fecundação externa; algumas espécies de salamandras e cobras-cegas pode ter fecundação interna.

A alimentação dos anfíbios é através de uma língua protátil e muscular, e a maioria dos anfíbios não possui dentes. As larvas são em geral herbívoras, e os adultos carnívoros.